Até 2026, fabricantes de móveis deverão priorizar ferragens com maior durabilidade, precisão de movimento e facilidade de instalação, apontam especialistas do setor. A demanda acompanha a evolução do consumidor, que passou a valorizar suavidade, silêncio e segurança na abertura de portas e gavetas, além do desenho externo do mobiliário.
Equilíbrio entre fábrica e usuário
Segundo Tatiana Burigo, coordenadora de marketing da FGV, o sucesso de um projeto depende de conciliar a experiência de quem utiliza o móvel com a eficiência de quem o produz. “O cliente está cada vez mais exigente em design, funcionalidade e procedência. Isso pressiona toda a cadeia”, afirma.
Rigor técnico como diferencial
Para atender ao novo patamar de qualidade, o mercado aposta em componentes submetidos a testes de resistência e corrosão que simulam anos de uso em poucos dias. Ensaios desse tipo reduzem falhas prematuras, visitas de assistência técnica e custos de pós-venda.
Portfólio segmentado
Com quase 73 anos no Brasil, a FGV estruturou três marcas — FGV, TN e TEN — para atender perfis variados de projetos. O grupo mantém parque fabril em Curitiba (PR) e centros de distribuição em Itajaí (SC) e Recife (PE), o que, segundo Burigo, garante rastreabilidade, padronização e agilidade logística.
Atributos mais valorizados
Entre as características hoje consideradas obrigatórias pela indústria estão:
Imagem: Internet
- Movimentos precisos, sem folgas ou ruídos;
- Sistemas de fechamento suave e amortecido;
- Soluções push to open, que dispensam puxadores;
- Aproveitamento inteligente do espaço interno.
Impacto financeiro
Burigo lembra que ferragens de baixa qualidade acarretam retrabalhos e perdas na linha de produção. “Componentes bem especificados reduzem desperdícios, aceleram a montagem e preservam a margem do fabricante”, destaca.
Parceria de longo prazo
A executiva defende a escolha de fornecedores com histórico de inovação e suporte técnico contínuo. “Ter um parceiro confiável, com fornecimento regular e produtos testados, é essencial para manter competitividade”, conclui.
Com informações de Setor Moveleiro
